NOVIDADE PARA COMBATER O COLESTEROL

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Amaranto: opção nutritiva para reduzir o colesterol

Pesquisas recentes mostraram que o amaranto, um dos vegetais mais importantes da América pré-colombiana, além de altamente nutritivo, é um excelente redutor dos níveis de colesterol plasmático através de sua fração proteica que, ao ser digerida, inibe a enzima responsável pelo acúmulo de colesterol no organismo.

O estudo foi realizado pelo Laboratório de Bioquímica e Propriedades Funcionais dos Alimentos da Universidade de São Paulo (USP), que investiga os chamados alimentos funcionais. José Alfredo Gomes Arêas e colaboradores começaram a estudar o amaranto em 1996 para entender como a planta reduz as taxas de colesterol. Após induzirem o aumento do colesterol total e do LDL (o chamado mau colesterol) em coelhos, através de alimentos ricos em ácidos graxos saturados e outros compostos, os pesquisadores administraram uma dieta contendo o amaranto.

Os resultados mostraram que a fração protéica do amaranto é a responsável pela redução do colesterol, pois as proteínas, ao serem ‘quebradas’ na digestão, transformam-se em pequenas cadeias de aminoácidos capazes de inibir a enzima responsável pelo acúmulo do colesterol. Mas o mecanismo ainda não está completamente elucidado e a equipe continua investigando.

Em parceria com o Instituto do Coração (InCor) de São Paulo, foram feitos estudos com pacientes cuja taxa de colesterol estava elevada. A administração de amaranto, mesmo em pouca quantidade, junto com estatinas, diminuiu mais acentuadamente os níveis de colesterol dos pacientes. O pesquisador ressalta, entretanto, que mais estudos são necessários para que se possa avaliar a real participação do amaranto, uma vez que o número de pacientes testados era pequeno e eles também foram tratados com medicamentos.

Além da comprovada redução do colesterol em animais, o amaranto é naturalmente rico em proteínas de alto valor biológico, o que não é comum em vegetais - a maioria deles não têm alguns aminoácidos essenciais e seu aproveitamento é de 60% ou menos. A planta é ainda fonte de fibras, zinco, fósforo e cálcio biodisponível (pronto para ser assimilado pelo organismo), outro fato incomum nos vegetais. O amaranto também não contém glúten ou outras substâncias alergênicas em sua composição, o que o torna uma opção para os celíacos – pessoas com intolerância ao glúten.

A equipe da USP investiga formas de consumo da planta, que tem na semente a parte comestível mais importante, já que não é um alimento que faz parte da cultura alimentícia brasileira. Ele é conhecido como um pseudocereal. A semente, quando aquecida, estoura como pipoca e está sendo utilizada para a criação de barras de cereais, musli (mistura de cereais), pães, bolachas e saladas. A idéia é introduzir a semente em alimentos para os quais o paladar do brasileiro já está acostumado, assim como foi feito com a soja.

Atualmente, alguns produtores já cultivam o Amaranthus cruentus, espécie que tem se adaptado melhor às condições climáticas brasileiras.

O amaranto é um arbusto que pode atingir até 2 metros de altura, com folhas grandes e panículas (tufos semelhantes às espigas) que concentram as sementes. As folhas podem ser cozidas como a couve. Para a produção de farinha, é necessário extrair das sementes o óleo, que tem altos níveis de ácidos graxos insaturados e também poderia ser usado na alimentação.


Maçã contra o Mal de Alzheimer

floresta colorida

Alzheimer: suco de maçã diminui os níveis de substância beta-amiloide no cérebro de ratos, segundo pesquisa publicada no Journal of Alzheimer's Disease

Estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Massachusetts, no Journal of Alzheimer's Disease, demonstrou que ratos que receberam suplementação dietética com suco de maçã produziram menor quantidade de proteína beta-amilóide, a qual é responsável por formar as "placas senis" comumente encontradas no cérebro de pessoas com a doença de Alzheimer.

Estes resultados fornecem evidências que ligam fatores de riscos nutricionais e genéticos à neurodegeneração relacionada com a idade. A suplementação dietética com suco de maçã associada a uma dieta balanceada pode proteger o cérebro dos efeitos do estresse oxidativo, segundo Thomas B. Shea, Ph.D., pesquisador e diretor do centro de pesquisa em neurobiologia e neurodegeneração celular da Universidade de Massachusetts.

Shea e colaboradores avaliaram se o consumo deste suco protegia contra danos cerebrais oxidativos em camundongos. Os resultados mostram que existe algo na maçã que protege as células cerebrais do envelhecimento normal, muito semelhante à proteção observada anteriormente contra sintomas semelhantes aos da doença de Alzheimer.

Camundongos adultos e idosos usando uma dieta padrão, uma dieta deficiente em nutrientes ou uma dieta deficiente em nutrientes suplementada com suco de maçã foram avaliados. Os camundongos adultos não sofreram os efeitos negativos das dietas deficientes, somente os camundongos mais velhos, o que está de acordo com o envelhecimento normal devido à neurodegeneração oxidativa.

O efeito na cognição foi medido através de testes de labirinto e por exames do tecido cerebral. Os camundongos idosos que consumiram dietas suplementadas com suco de maçã tiveram melhor desempenho nos testes de labirinto e todos tinham menos danos cerebrais oxidativos comparados àqueles com a dieta padrão.

A suplementação com suco de maçã resultou em acuidade mental maior quando os camundongos envelhecidos consumiram o equivalente a 2 ou 3 xícaras de suco, ou seja, aproximadamente de 2 a 4 maçãs por dia. Acredita-se que este efeito seja devido aos altos níveis de antioxidantes presentes nesta fruta.

Fonte: Journal of Alzheimer's Disease – Volume 16 n°.1

Fitoterapia / Fitomedicina e o Câncer

Passaros colridos
Prevenção do câncer: INCa francês desaconselha o consumo de uma taça de vinho diária e limita a ingestão de carnes vermelhas a 500 gramas por semana
Estudo publicado em 17 de fevereiro de 2009 pelo Instituto Nacional do Câncer (INCa) francês sobre o impacto da nutrição no desenvolvimento de tumores sintetiza os trabalhos internacionais mais recentes sobre o assunto. Segundo Dominique Maraninchi, presidente do INCa francês, "as pequenas e repetidas doses são as mais nocivas".
Na França, o consumo de álcool é a segunda causa evitável de morte por câncer: 10,8% dos falecimentos por patologias cancerígenas entre homens e 4,5% entre mulheres. Fica atrás apenas do tabaco.
As recomendações do INCa francês são:
• Não consumir álcool. Não é possível estabelecer uma dose que não traga prejuízos à saúde.
• Consumir, no máximo, 500 gramas de carnes vermelhas por semana para prevenir tumores de cólon e de reto. Complementar o consumo de proteínas com carnes brancas, ovos, leguminosas e peixes.
• Consumir no máximo 5 gramas de sal por dia, já que o sal está relacionado ao câncer de estômago.
• O ideal é a ingestão de cinco porções ou no mínimo 400 gramas diárias de frutas e legumes ricos em fibras, antioxidantes e vitamina B9 (ácido fólico).
• O aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida beneficia tanto a mãe quanto o filho.
• Manter um peso corporal saudável (IMC entre 18,5 a 25 kg/m²). O índice de massa corporal (IMC) é calculado pelo peso (em kilogramas) dividido pelo quadrado da altura (em metros).
• Eliminar o sedentarismo. Praticar atividades físicas pelo menos 5 vezes na semana (intensidade moderada) ou 3 vezes na semana (forte intensidade). Um aumento de 5 pontos no IMC aumenta o risco de câncer de mama em 8% e de câncer de esôfago em 55%.
• O betacaroteno tem propriedades antioxidantes. As necessidades nutricionais são facilmente preenchidas com uma alimentação variada e equilibrada. Já o excesso de betacaroteno aumenta significativamente o risco de câncer de pulmão nos fumantes.
Os estudiosos alertam que o câncer é uma doença multifatorial, envolvendo fatores nutricionais, genéticos e ambientais e que não há um "alimento milagroso" que proteja totalmente o indivíduo contra esta patologia.
Fontes:
Institut National du Cancer
Le Monde

Hábitos Alimentares e câncer segundo INCA Br
Muitos componentes da alimentação têm sido associados com o processo de desenvolvimento do câncer, principalmente câncer de mama, cólon (intestino grosso) reto, próstata, esôfago e estômago.
Alimentação de Risco
Alguns tipos de alimentos, se consumidos regularmente durante longos períodos de tempo, parecem fornecer o tipo de ambiente que uma célula cancerosa necessita para crescer, se multiplicar e se disseminar. Esses alimentos devem ser evitados ou ingeridos com moderação. Neste grupo estão incluídos os alimentos ricos em gorduras, tais como carnes vermelhas, frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas, lingüiças, mortadelas, dentre outros.
Existem também os alimentos que contêm níveis significativos de agentes cancerígenos. Por exemplo, os nitritos e nitratos usados para conservar alguns tipos de alimentos, como picles, salsichas e outros embutidos e alguns tipos de enlatados, se transformam em nitrosaminas no estômago. As nitrosaminas, que têm ação carcinogênica potente, são responsáveis pelos altos índices de câncer de estômago observados em populações que consomem alimentos com estas características de forma abundante e freqüente.
Já os defumados e churrascos são impregnados pelo alcatrão proveniente da fumaça do carvão, o mesmo encontrado na fumaça do cigarro e que tem ação carcinogênica conhecida.
Os alimentos preservados em sal, como carne-de-sol, charque e peixes salgados, também estão relacionados ao desenvolvimento de câncer de estômago em regiões onde é comum o consumo desses alimentos.
O tipo de preparo do alimento também influencia no risco de câncer. Ao fritar, grelhar ou preparar carnes na brasa a temperaturas muito elevadas, podem ser criados compostos que aumentam o risco de câncer de estômago e coloretal. Por isso, métodos de cozimento que usam baixas temperaturas são escolhas mais saudáveis, como vapor, fervura, pochê, ensopado, guisado, cozido ou assado.
Estudos demonstram que uma alimentação pobre em fibras, com altos teores de gorduras e altos níveis calóricos (hambúrguer, batata frita, bacon etc.), está relacionada a um maior risco para o desenvolvimento de câncer de cólon e de reto, possivelmente porque, sem a ingestão de fibras, o ritmo intestinal desacelera, favorecendo uma exposição mais demorada da mucosa aos agentes cancerígenos encontrados no conteúdo intestinal. Em relação a cânceres de mama e próstata, a ingestão de gordura pode alterar os níveis de hormônio no sangue, aumentando o risco da doença.
Há vários estudos epidemiológicos que sugerem a associação de dieta rica em gordura, principalmente a saturada, com um maior risco de se desenvolver esses tipos de câncer em regiões desenvolvidas, principalmente em países do Ocidente, onde o consumo de alimentos ricos em gordura é alto. Já os cânceres de estômago e de esôfago ocorrem mais freqüentemente em alguns países do Oriente e em regiões pobres onde não há meios adequados de conservação dos alimentos (geladeira), o que torna comum o uso de picles, defumados e alimentos preservados em sal.
mais sobre esse texto em
http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=18

Atenção especial deve ser dada aos grãos e cereais. Se armazenados em locais inadequados e úmidos, esses alimentos podem ser contaminados pelo fungo Aspergillus flavus, o qual produz a aflatoxina, substância cancerígena. Essa toxina está relacionada ao desenvolvimento de câncer de fígado.


Fitoterapia e os Medicamentos

borboleta com reflexo

Sucos de frutas podem reduzir a absorção de medicamentos e não devem ser ingeridos simultaneamente

Sabe-se que o suco de toranja pode aumentar a absorção de alguns medicamentos, causando efeitos tóxicos ao organismo. Agora, cientistas da University of Western Ontario, apresentaram, no encontro nacional da American Chemical Society, novas evidências que mostram que ingerir suco de toranja, maçã ou laranja junto com medicamentos pode reduzir a absorção de certas drogas, prejudicando seus efeitos benéficos potenciais.

Segundo o coordenador da pesquisa, professor de farmacologia David Bailey, da Universidade de Western Ontario, o efeito dos sucos de frutas pode, inclusive, anular totalmente o efeito dos remédios. Entre as medicações, estão algumas usadas para tratar doenças cardíacas, câncer, rejeição a órgãos transplantados, remédios para alergia e infecção.

Vinte anos atrás Bailey descobriu que o suco de toranja aumentava a absorção do medicamento felodipina, usado para tratar hipertensão arterial, provocando overdoses perigosas. Depois disso, outros pesquisadores concluíram que o suco da fruta tinha o mesmo efeito em quase 50 medicamentos.

No último estudo, a equipe de Bailey deu fexofenadina, um anti-histamínico, a voluntários saudáveis. Alguns voluntários tomaram o remédio acompanhado de um copo de suco de toranja, outros com água pura e um terceiro grupo com água acompanhada de naringenina, ingrediente ativo da toranja.

Entre o grupo que tomou o medicamento acompanhado do suco, apenas metade do remédio foi absorvido, em comparação com os voluntários que beberam água pura.

A naringenina, ingrediente ativo do suco de toranja, parece bloquear um "transportador" da droga, conhecido como OATP1A2, que tem o papel de levar o remédio do intestino para a corrente sanguínea. Este bloqueio diminuiria a absorção da droga e neutralizaria seus efeitos benéficos, afirma Bailey.

Segundo a pesquisa, os sucos de toranja, maçã e laranja diminuíram a absorção da etoposida, um agente usado nos tratamentos contra câncer; alguns beta-bloqueadores usados no tratamento de pressão alta e prevenção de ataques cardíacos (atenolol, celiprolol, talinolol); ciclosporina, usada para tratar a rejeição a orgãos transplantados e alguns antibióticos.


Pressão Arterial e o Chocolate

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Efeitos do chocolate meio amargo em pequenas quantidades na pressão arterial e óxido nítrico bioativo: estudo randomizado

Para a redução da pressão arterial é recomendada uma dieta rica em frutas em frutas e vegetais. Apesar de uma variedade de fatores contribuírem para os efeitos benéficos dos vegetais, tem sido dirigida atenção aos polifenóis das plantas. Além das frutas e dos vegetais, produtos derivados do cacau contribuem para a maior proporção do total de polifenóis ingeridos. O consumo de derivados do cacau ricos em flavonóides promoveu uma redução da pressão arterial e melhora da função endotelial. É postulado que os flavonóides estimulam a formação de óxido nítrico endotelial, promovendo vasodilatação e redução da pressão arterial. Entretanto, estes efeitos foram verificados com altas doses de cacau, cerca de 100 g de chocolate ao dia, o que é acima do consumo habitual e com seguimento de apenas duas semanas.

Portanto, as evidências para o uso clínico do cacau para redução de pressão arterial são insuficientes. Existe também a preocupação de que os efeitos benéficos do cacau sejam ofuscados pelo açúcar, pelas gorduras e pelo seu alto teor energético.

O objetivo deste estudo foi avaliação da eficácia clínica de pequenas doses em uso do cacau para a redução de pressão arterial e a avaliação se o estímulo da síntese do óxido nítrico pelos polifenóis do cacau são os responsáveis pela redução da pressão arterial.

Quarenta e quatro adultos com hipertensão leve ou estágio 1, na ausência de outros fatores de risco, foram randomizados para receberem 6,3g, equivalente um tablete de chocolate (30mg de polifenóis, durante 18 semanas, ou chocolate branco, sem polifenóis como placebo.

No grupo tratado com chocolate meio amargo foi verificada uma redução da pressão arterial sistólica de 2,9mmHg e diastólica de 1,9mmHg, sem qualquer alteração no peso corpóreo e nos níveis plasmáticos de lipídios ou glicose. A redução da pressão arterial foi acompanhada de uma elevação sustentada de SO-nitrosoglutationa e a identificação de fenóis do cacau no plasma. O chocolate branco não causou mudanças na pressão arterial ou na dosagem de biomarcadores plasmáticos.

Os autores concluem que nessa pequena amostra de indivíduos saudáveis com níveis discretamente elevados de pressão arterial , a adição de pequenas quantidades diárias de chocolate meio amargo, rico em: polifenóis, reduziu a pressão arterial e promoveu a formação de óxido nítrico.

TaubertD, Roesen R,

Lehmann Getal.

Departments of Pharmacology and Internal Medicine

University Hospital of Cologne, Cologne, Germany

TOSSE COMO COMBATER

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Antes de qualquer medicação devemos sempre saber a origem da Tosse, isto deve ser feito por um médico.

Vamos aqui ensinar um xarope natural e simples para combater a tosse

Vamos ver primeiro a característica dos componentes:

Mel

Mel é uma substância doce obtida a partir do néctar das flores ou das secreções provenientes de partes vivas das plantas ou que sobre elas se encontram e que as abelhas melificas libam, transformam e combinam com matérias específicas, armazenando-a depois em favos da colméia. O mel é um produto biológico muito complexo a sua composição varia notavelmente como conseqüência da florada que lhe deu origem, e das condições climáticas de cada região. A diferença entre um mel e outro resulta fundamentalmente da quantidade e qualidade de plantas que florescem e produzem néctar. Em muitos casos há uma flora que predomina nitidamente em alguns méis, conferindo-lhes características muitos peculiares, com sabor e coloração .

Em cada 100 g de mel encontramos aproximadamente:

  • Ácido pantotênico ____________ 105 mg.
  • Proteínas e aminoácidos _______ 4,7mg.
  • Hidratos de carbono __________ 70 mg.
  • Água _______________________ 18 mg.
  • Vitamina B1 __________________ 6 mg.
  • Vitamina B2 __________________ 61 mg.
  • Vitamina B3 __________________ 300 mg.
  • Vitamina PP __________________ 0,3 mg.
  • Vitamina C __________________ 2,5 mg.
  • Enzimas (Invertase e amilase).
  • Minerais (Ca;Mg;K;Na;Cl;S;Fe;Si;Cu;etc.).
  • Ácidos: Fólico, Láctico, Fórmico, Málico, oxálico, tartárico, tânico, cítrico e acético.
  • Colina e acetilcolina.

Com essa riqueza de elementos, os nutricionistas chegaram à conclusão que 1000 g de mel puro, equivale a 9000 g de cenoura; 5400 g de maçãs; 4000 g de ameixas; 2600 g de carne de boi; 1400 g de carne de porco; 4200 g de uvas; 3600 g de ervilhas; 1000 g de nozes; 675 g de queijo; 40 laranjas e 21 bananas.

Outras indicações medicinais do mel:

a) Para pessoas sadias:

  • Amenizar as insuficiências alimentares eventuais em aminoácidos, sais minerais, vitaminas, etc.
  • Facilitar a assimilação e a digestão de outros alimentos.
  • Reforçar o organismo em sua luta contra agressões.
  • Dar ao organismo maior resistência contra o cansaço físico e intelectual em ocasião de atividades intensas.
  • Dar ao organismo melhor rendimento, principalmente, aos atletas.

b) Para doentes em casos de:

  • Astenia em casos de cansaço físico ou mental.
  • Anorexia ou perda de apetite.
  • Desnutrição (principalmente para crianças).
  • Deficiência constitucional.
  • Atraso de crescimento.
  • Má dentição.
  • Prisão de ventre.
  • Úlceras gastrintestinais.
  • Anemias (indica-se o mel escuro).
  • Conjuntivites.
  • Bronquites.
  • Tosses.
  • Hipoglicemias.
  • Nefrites (o mel é diurético).
  • Insônia.
  • úlceras dermatológicas.
  • Queimaduras ( aplicação local).
  • Emagrecimento sem etiologia precisa.

Própolis

Utilizada desde a Antiguidade pelos sacerdotes egípcios e pelos filósofos gregos, a própolis é uma substância resinosa que as abelhas coletam em botões e córtex vegetais, transportam para a colméia, na corbícula, e adicionam a ela pólen, cera e secreções da glândula salivar. Hoje, conhecem-se inúmeras substâncias dessas secreções, e elas têm propriedades antibióticas, aplicáveis as diversas cepas bacterianas, além de propriedades cicatrizantes, antiinflamatórias e desinfetantes. Sua composição química é a seguinte: 55 % de resinas e bálsamo, 30 % de cera, 10 % de óleos voláteis e 5 % de pólen. As abelhas precisam ter a colméia toda vedada, para proteger o Mel, e a Geléia Real, as larvas, a Rainha e as Operárias. Assim é a própolis feita pela própria abelha para vedar a colméia. Tem cor preta, é sólida e só se transforma em produto para consumo após ser dissolvida em álcool de cereais. A própolis pode ser retirada sem destruir a colméia, com espátulas especiais. Uma colméia pode fornecer uma quantidade boa de material. O homem passou a utilizar a própolis como remédio caseiro, como antiinflamatório, para dores de garganta, gripes e combate a infecções, embora a medicina oficial não reconheça provas de curas por meio dela. Própolis é um produto antialérgico e antiinfeccioso, um medicamento extraordinário no combate às doenças das vias respiratórias. É um antibiótico natural colhido pelas abelhas, não produz efeitos colaterais, não destrói a flora intestinal, não afeta os rins ou o fígado, porque é eliminado naturalmente pelo organismo. A própolis consegue-se os mesmos feitos da penicilina, estreptomicina, terramicina, cloranfenicol e outros poderosos antibióticos, sem causar nenhum mal ao homem.

Agrião

No agrião encontra-se óleo essencial, iodo, ferro, açúcar, sulfato ácido de potássio. O agrião contém heterosídeos senevólicos (tioglicósidos), caracterizados por apresentarem enxofre em sua molécula, em particular o gluconasturcósido (B-I-S-D-glucopiranósido).

Formula do xarope

Extrato Fluido de Agrião.............15ml

Extrato de Própolis...................6 ml

Mel qsp................................300g

Ação

O extrato fluido de agrião é reconhecidamente útil em casos de necessidade de facilitação da expectoração brônquica, em casos de infecções respiratórias. É associado o mel e a própolis, dois derivados de abelhas que são igualmente importantes e úteis na melhora de processos infecciosos e inflamatórios das vias respiratórias. Como tratamento auxiliar recomenda-se uma boa hidratação durante o tratamento de modo a possibilitar a eliminação secreções respiratórias que precisam de líquidos para serem eliminadas. Recomenda-se cautela em pessoas alérgicas a picada de abelhas.

ARTRITE E A APITOXINA

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Artrite Reumatóide:

Doença de evolução crônica e etiologia desconhecida, após a adolescência, mas podendo ser encontrada também em crianças. É classificada entre as doenças do colágeno (substancia que constitui as fibras do tecido conjuntivo).

Caracteriza-se histologicamente (estuda a composição e função dos tecidos) por nódulos subcutâneos e sinovite (o mesmo que artrite) crônica com formação de pannus (tecido de granulação proveniente da sonivial). Várias provas sorológicas evidenciam a presença de certas macroglobulinas , que constituem o chamado “fator reumatóide”.

Os sintomas e as alterações inflamatórias predominam nas articulações e estruturas vizinhas, podendo levar a deformidades capazes de causar invalidez. Muitos outros órgãos e tecidos podem, entretanto, mostrar comprometidos, tais como os olhos, coração, pulmão nervos periféricos e outros.

QUADRO CLINICO

§ Febre elevada e oscilante e sinais de toxemia (intoxicação geral devida à absorção de produtos bacterianos “toxinas” derivados de uma infecção local), precedendo de dias ou semanas as manifestações articulares.

§ Dor, sensação de peso ou de formigamento bem como sudorese nas mãos, seguindo-se intumescimento e rubor das articulações; rigidez matinal.

§ Comprometimento de numerosas articulações (punho, mãos joelhos, cotovelos e tornozelos) com acentuada atrofia (fraqueza, desnutrição) muscular, deformidades e anquilose (impossibilidade de mover-se).

FORMAS EVOLUTIVAS

A evolução da artrite reumatóde é variável, com períodos de remissão e exacerbação, de durações diversas, diferentes para cada indivíduo. Existem padrões diferentes de evolução da moléstia , tipos principais:

Forma benigna: Compreende, aproximadamente, 25% dos casos. É geralmente do tipo monoarticular (uma só articulação), com acometimento inflamatório nítido, ausência de nódulos, atingindo mais freqüentemente pacientes masculinos. Evolução mais ou menos rápida para a cura, num período de dois até doze meses.

Forma benigna de evolução longa: Abrange 25% dos pacientes. Evolui durante um ou dois anos, com distribuição não simétrica de o acometimento articular, sem nódulos subcutâneos ou raramente com eles e manifestações destrutivas articulares pouco intensas.

A evolução é com períodos de melhora e piora e, finalmente cura relativa em dois ou até quatro anos.

Formas de má evolução: Desenvolvem-se de modo lento e progressivo, é mais comum em mulheres com mais de 40 anos, começando pelas pequenas articulações interfalangianas próxima das mãos, de modo simétrico, com progressão para outras juntas, e sem que desapareçam de todo ou mesmo parcialmente os fenômenos flogísticos (natureza inflamatória) das primitivamente atingidas. São de evolução longa, de até 30 anos, entrecortadas por períodos de agravamento , com piora das lesões ou remissão parcial. Reconhecem-se nódulos subcutâneos e lesões progressivamente destrutivas articulares. Esta forma corresponde à cerca de 40% dos casos.

Forma Grave: Caracteriza-se por evolução acelerada e grave, com precoce, rápida e intensa destruição articular, acentuada atrofia muscular e pronunciado emagrecimento. Representa cerca de 10% do total. Dentro dessa forma grave identifica-se a forma maligna pela associação de lesões vasculares generalizadas, que pode resultar em fenômenos necróticos (morte local), situados principalmente na pele e vísceras.

Conclusão: A artrite é uma doença das juntas que causa dor intensa, restringe o movimento e até deforma o paciente. Não tem cura, sendo usualmente controlada por meio de drogas esteróides (cortisona, prednisona e dexametasona...), que são fortemente irritantes do sistema gástrico. Além disso, seu uso prolongado está relacionado a sérias complicações nas glândulas adrenal e pituitária, podendo ainda causar edema, queda da resposta imunológica, crescimento excessivo dos cabelos, irregularidades cardíacas e impotência.

APITOXINA

O veneno de abelhas é um líquido transparente, com um odor de mel acentuado e sabor amargo, acre; a sua densidade é de 1,1313. Uma gota colocada sobre papel de tornassol azul torna-o imediatamente vermelho indicando assim uma reação ácida. A análise química mostrou que o veneno de abelha continha ácido fórmico, ácido clorídrico, ácido ortofosfórico, histamina, colina, triptófano, enxofre, etc. Supõe-se que deve as suas propriedades médicas essencialmente ao fosfato de magnésio Mg3 (PO)4)² cuja taxa representa 0,4% do peso do veneno seco. Nas suas cinzas notaram-se indícios de cobre e de cálcio. É, além disso, muito rico em substâncias azotadas, em gorduras voláteis, que desaparecem no decurso da sua dessecação, e contém muitas diástases: fosfolipase, hialuronidase, etc. Segundo certos autores, é precisamente a presença destas gorduras voláteis que seria a causa da sensação de dor aguda provocada no local da picada. A sua composição química ainda não foi estudada completamente e não se conseguiu igualmente fazer a sua síntese.

Segundo o professor G. F. Gause, o veneno de abelha seria a mais ativa substância antibiótica conhecida. “À terceira categoria de substâncias antibióticas escreve ele, pertencem os compostos à base de azoto e de enxofre, isto é, em primeiro lugar, os venenos de abelhas e de serpente... Uma substância bactericida, a gliotoxina, segregada pelos bolores do gênero Pliocladium, tem uma composição química análoga. 1/100 000 de mg em 1 ml de caldo de cultura entrava o desenvolvimento de certos micróbios gram-positivos. A gliotoxina, os venenos de abelha e de serpente fazem parte das substâncias antibióticas conhecidas mais ativas.”

Os biologistas soviéticos P. Komarov e A. Ernstein, A. Balandin, I. Koop e outros mostraram que uma solução aquosa do veneno de abelha, mesmo de 1:50 000 era rigorosamente estéril, enquanto oi as soluções de 1:500 000 e 1: 600 000 estimulavam o desenvolvimento de paramécias (organismos unicelulares). I. Koop nota muito justamente que o veneno de abelha deveria ser estudado no mesmo plano do que os antibióticos de origem criptogâmica ou bacteriana.

Modo de ação da Apitoxina

Em 1954, os alemães W. Neumann e K. Habermann publicaram uma obra em que indicam que uma injeção de melitina (proteína extraída do veneno de abelha) determina uma baixa de tensão sanguínea, a hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos), uma contração das fibras musculares estriadas e lisas suprime os efeitos retransmissores neuro-musculares e ganglionares. Por outro lado, segundo os mesmos autores, a hialuronidase (diástase extraída igualmente do veneno de abelha) aumenta a permeabilidade dos capilares sanguíneos. Ora, esta permeabilidade dos vasos é capital: quando ela diminui, devido a perturbações do funcionamento do sistema capital na seqüência de envelhecimento ou estado mórbido do organismo, entre os órgãos e tecidos. Observou-se, por exemplo, que a melitina, presente na apitoxina eleva os níveis de cortisol no plasma, podendo traduzir-se assim, em última análise, em um tratamento médico padrão com corticóides. Junto com a fosfolipase A2, a melitina ajuda ainda a inibir a produção de superóxidos pelos netrófilos, diminuindo a inflamação local, promovendo a vasodilatação e o aumento da permeabilidade vascular. Finalmente, há o peptídeo MCD (mast cell degranulating) que vem enriquecer o efeito antiinflamatório ao promover a desgranulação dos mastócidos, provocando os mecanismos naturais de resistência, através da liberação da heparina oriunda dos próprios mastócidos rompidos.

Conclusão Atual

Bioquímico sugere forma industrializada
Curitiba - Diretor da Prodapys, empresa catarinense que produz um leque de medicamentos apiterápicos, entre eles uma pomada de uso tópico à base de apitoxina, o farmacêutico bioquímico Célio Silva defende que o uso ''mais racional'' do veneno da abelha é na forma industrializada.
Com a apitoxina recolhida e processada industrialmente é possível eliminar a fração alergênica do veneno para a produção de cremes, comprimidos sublingual e até produto injetável. ''Com o auxílio de equipamento elétrico, as abelhas são estimuladas a ferroarem sobre uma placa de vidro. Como não conseguem introduzir o ferrão na placa, elas descarregam o veneno sobre a mesma. Este processo não provoca qualquer dano à abelha'', explica.
Célio Silva afirma que a apitoxina é uma substância complexa produzida pelas abelhas com ferrão (Apis mellifera) e constituída de diversas enzimas. Pesquisas científicas demonstraram que o veneno da abelha é um excelente antiinflamatório, recomendado para doenças auto-imunes e reumáticas, além de outros processos inflamatórios (não-bacterianos) como tendinite e bursite.
''Nossa empresa já financiou diversas pesquisas científicas sobre apitoxina e, há anos, tenta registrar produtos com apitoxina no Ministério da Saúde (MS). Como é um ativo novo para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), isto requer inúmeros procedimentos com grande investimento para que um novo ativo seja registrado'', justifica. Ele informa que a Prodapys desenvolveu um comprimido sublingual com apitoxina, com ótimos resultados de pesquisas, mas que não conseguiu registrar na Anvisa. Já o creme para uso tópico está em processo de registro. A assessoria de imprensa da Anvisa informou que não existe medicamento registrado no órgão com apitoxina na composição.
O bioquímico esclarece que a apitoxina não age diretamente sobre a doença, mas um de seus mecanismos atua no eixo hipopituitário, estimulando as glândulas supra-renais a produzirem cortisol, que é um antiinflamatório fisiológico. ''A apitoxina é uma das poucas substâncias que podem ser absorvidas via cutânea. As aplicações tópicas com cremes duplicam o nível de cortisol sanguíneo em 60 minutos. Ao ser absorvido pela pele, o veneno provoca uma vasodilatação no local facilitando posteriormente a ação do cortisol produzido pela supra-renal, que por sua vez foi estimulada pela apitoxina'', detalha o farmacêutico.
Segundo Silva, o objetivo do uso da apitoxina é a cura total das patologias. As doenças auto-imunes necessitam de um tratamento superior a seis meses, caso contrário a interrupção implica no retorno do mal. ''A apitoxina seria uma ótima ferramenta para o tratamento de doenças reumáticas. Infelizmente, em nosso País não há estímulos para pesquisas, principalmente se não houver interesse das grandes multinacionais farmacêuticas'', lamenta o bioquímico. Ele observa que em países da Europa Oriental se encontram medicamentos à base de apitoxina, como o ''Forapin e Salbe'', produzidos pelos alemães.(F.G.)

Eu aconselho a aplicação tópica de Apitoxina em forma de gel ou pomada, pois a imperceptível gotícula de veneno introduzida no nosso corpo durante uma picada de abelha é um remédio muito ativo. Pelo contrário, dezenas destas gotículas tornam-se já tóxicas para o nosso organismo, enquanto que uma dose de várias centenas é mortal.

A sensibilidade do organismo ao veneno de abelha varia segundo os indivíduos: os mais sensíveis são as mulheres, as crianças e as pessoas idosas. A experiência mostrou que 1 a 5 e mesmo 10 picadas de abelhas são muito bem suportadas por um indivíduo em bom estado de saúde e não provocam senão uma vermelhidão, ligeiro inchaço, sensação de queimadura, etc.; 200 a 300 picadas simultâneas determinam uma intoxicação de todo o organismo com perturbações características principalmente do sistema cardiovascular e do sistema nervoso (anelação, arroxeamento da pele, pulsação acelerada, convulsões, paralisia); se o seu número atinge 500 ou mais, sobrevém a morte, a maior parte das vezes causada por uma paralisia do centro nervoso respiratório. Entretanto, existem indivíduos hipersensíveis: uma única picada de abelha basta para provocar-lhes perturbações graves: enxaqueca aguda, aparição de urticária, vômitos e diarréia.
O organismo da maior parte dos indivíduos habitua-se bastante rapidamente às picadas de abelhas e reage a elas muito francamente ao até nada. As observações têm mostrado que as pessoas em contacto freqüentes com as abelhas (apicultores) suportam sem perigo as suas picadas. Alguns apicultores trabalhando há muito tempo com as abelhas suportam sem nenhum sinal de intoxicação até 1000 picadas! Os dados provenientes dum grande número de colméias repartidas através da U.R.S.S. indicam que 28,2% dos apicultores ficam imunizados contra o veneno das abelhas depois do 1º ano de trabalho no colmeal; 34,6% no decorrer do 2º ano; 10,5% no 3º ano e muito poucos (5,7%) não o ficam jamais. Em 4,2% dos apicultores a imunidade é natural.

CUIDADO: A apitoxina não deve ser usada por pessoas alérgicas a picadas de abelhas. Qualquer dúvida consulte o seu médico

CÓLICA NOS LACTANTES

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Um longo período de choro vigoroso que persiste apesar de todos os carinhos aplicados. O termo em si vem da palavra grega referente(do gr. Kolon,colon). Dor violenta paroxismal aguda do abdome, localizada em um determinado setor do mesmo. A maioria dos bebês passa por períodos em que parecem anormalmente nervosos ou choram por nenhuma razão aparente.

QUAL A IDADE QUE LACTANTE PODE SENTIR CÓLICA:

A cólica é mais comum durante os três ou quatro primeiros meses de vida. Pode começar nas três primeiras semanas após o nascimento e geralmente termina perto dos três meses de idade. É raramente sentida por bebês com mais de seis meses de idade.
Durante os seis primeiros meses de vida, os bebês têm um crescimento acelerado. Nessa época, o recém-nascido duplica o seu peso que tinha ao nascer.

QUAL A ORIGEM DA CÓLICA

Devido à quantidade de alimento que precisam ingerir para sustentar esse crescimento, os bebês muitas vezes sofrem de indigestão e gases. Da mesma forma, o bebê pode engolir ar quando se alimenta ou durante uma ataque de choro prolongado. Engolir ar aumenta as dores por gases. Quando um bebê tem uma dor por gases, pode ser a pior dor que seu pequeno corpo já sentiu.

A diferença da cólica para os outros problemas é que, independente do que fizer o choro não pára.

Certas posturas corporais que ocorrem com um ataque de gases também podem ocorrer com a cólica. Por exemplo, seu bebê pode ter uma barriga tensa e distendida, com os joelhos encolhidos no peito, pulsos cerrados e mobilidade anormal de braços e pernas ou costas arqueadas.
Suspeite de uma verdadeira cólica quando seu bebê tiver ataques repentinos e sérios de choro alto que duram várias horas; se o choro ocorrer na mesma hora todos os dias, muitas vezes à tarde ou à noite; se os episódios de choro acontecem repetidas vezes, começando de repente e terminando de forma abrupta; se seu bebê parece inconsolável e nada que fizer lhe traga conforto; se seu bebê parece zangado e se debate quando o segura no colo; e se parece não haver nenhuma explicação para esses repentes de choro.
Se seu bebê tiver cólica, os meses de choro e aflição aparentemente implacável do seu filho podem deixá-lo frustrado, ansioso, confuso, exausto, culpado e inadequado.É confiar na sua capacidade de manter e criar um relacionamento amoroso com seu recém-nascido.

DIRETRIZES ALIMENTARES DA MÃE

Se estiver amamentando e seu bebê tiver cólica, ele pode ser sensível a algo que você esteja comendo. Os agressores mais comuns são laticínios, chocolate, cafeína, melão, pepino, pimentão, frutas e sucos cítricos e alimentos condimentados. Se estiver amamentando um bebê com cólica, tentem eliminar da sua dieta alimentos que produzam gás, inclusive couve-flor, brócolis, pepino, pimentão verde e vermelho, cebola, favas e leguminosas. Outros alimentos na dieta da lactante que podem contribuir para a ocorrência de cólica incluem leite de vaca, banana, frutas silvestres, e qualquer coisa que contenha cafeína.
A lactante que amamenta um bebê com cólica deve minimizar a quantidade de alimentos crus na sua dieta. A dieta da lactante deve consistir em 70 a 80% de alimentos cozidos e apenas 20 a 30% de alimentos crus. Se seu bebê com cólica toma mamadeira pergunte ao seu médico se é aconselhável usar uma fórmula infantil diferente.

TRATAMENTO FITOTERÁPICO

O chá de camomila é um calmante e relaxante conhecido. A lactante deve beber uma xícara, duas vezes ao dia. Dê ao bebê que toma mamadeira 1 colher de chá, três vezes ao dia, no leite ou na água, durante três ou quatro dias. Em seguida, diminua a dose para duas vezes ao dia.
O funcho também pode ser útil para aliviar a cólica. A lactante pode beber uma xícara de chá de funcho, três vezes ao dia. Ou dilua uma xícara de chá de funcho em duas xícaras de água e dê ao bebê 1 colher de chá, quatro vezes ao dia.
A lactante pode beber uma xícara de chá de gengibre, três vezes ao dia, para ajudar a aliviar a cólica do seu bebê.
O chá de hortelã-pimenta ajuda a acelerar o tempo de esvaziamento do estômago, melhora a digestão e atua como anti-flatulento. Dê ao seu filho Uma colher das de chá de chá de hortelã-pimenta, de quatro a cinco vezes ao dia. Caso esteja tratando o bebe com homeopatia evite o chá de hortelã-pimenta
Tente dar ao bebê um chá de várias ervas. Uma dose diária de cerca de ½ xícara de chá feito de camomila, alcaçuz, funcho, e erva cidreira. Não guardar o chá para outro dia, e também não colocar qualquer adoçante ao chá, pois aumentará a cólica.

CUIDADO COM OS NERVOS

O estresse e a tensão - tanto seus quanto do bebê - podem contribuir para a cólica e piorar o problema. Para ajudar a relaxar as câimbras musculares e acalmar seu bebê, coloque-o sobre seus joelhos ou contra seu peito com um saco de água morna entre você e a barriga do seu bebê.
Se seu bebê adorar água, experimente um banho morno e calmante.
Massageie a barriga do bebê seguindo o caminho natural dos intestinos, esfregue suavemente do "canto" direito inferior do abdome até a parte inferior da caixa torácica, descendo para o "canto" esquerdo inferior; repita a operação.

CAUSAS DA CÓLICA?

Alergia à proteína do leite materno ou à fórmula infantil.

Técnicas incorretas de alimentação.
Espasmos do cólon.

Gases no cólon
Trato intestinal imaturo e hiperativo.
Sistema nervoso imaturo e altamente sensível.
Temperamento.
Tensão em casa.
Ansiedade dos pais.
Má interpretação do choro por parte dos pais.

Qualquer duvida procure o pediatra

Xampu Natural para Cabelo

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Os cabelos humanos servem especialmente como decoração e as pessoas gastam muito tempo, fazem um esforço considerável para cuidá-los e melhorar sua aparência. São criados produtos para melhorar seu movimento, estrutura resistência, brilho, espessura, suavidade, como também sua proteção.

Para isto vamos ensinar formula de xampus natural.

O principal motivo para se utilizar um xampu fitocosmético é substituir de imediato um químico muito forte e agressivo à saúde e ao couro cabeludo, o chamado Lauril Éter Sulfato de Sódio (LESS), elemento constituinte de todas as formulações de xampus convencionais. Uma alternativa ao juá, chamada saboneteira ou árvore-do-sabão, que possui na sua composição elementos que produzem espuma e causam limpeza com um forte efeito anti-séptico.

Nome científico: Ziziphus joazeiro Mart.
Família: Rhamnaceae.
Sinônimo botânico: Ziziphus guaranitica Malme.
Outros nomes populares: joá, joazeiro, juá-de-espinho, juazeiro, jurubeba, jurupeba, raspa-de-juá, juá-fruta, enjuá, enjoaá, juá-mirim, laranjeira-do-vaqueiro. Joazeiro (inglês), jujubier brésilien (francês), zizyphus joazeiro (italiano).
Constituintes químicos: ácido betulínico, ácido oleamólico, amido, anidrido fosfórico, cafeína, celulose, hidratos de carbono, óxido de cálcio, proteína, sais minerais, saponina, vitamina C.

Fitocosmética (fabricação de): shampoos, loções (doenças de pele), produtos de higiene bucal;

Propriedades medicinais: anti-séptico contra caspa, cicatrizante, favorece o crescimento e evitar a queda dos cabelos, higienizante, tônico capilar. Frutos: ricos em vitamina C.

Utilize sempre o juá em maior quantidade, que é neutro e bastante anti-séptico, rico em saponinas, elementos que produzem espuma.

Cabelos secos: utilize uma quantidade maior de cravo-da-índia, pois ele possui um óleo medicinal (eugenol) que ajuda no equilíbrio dos cabelos mais secos. Cabelos oleosos: use mais canela no lugar do cravo. Cabelos mistos: use cravo e canela em equilíbrio.

Cravo: Família: Mirtáceas
Origem: Ilhas Moluccas
Outros nomes populares: craveiro-da-índia, cravina-de-túnis, cravo-de-cabecinha, cravoária e rosa-da-índia.
Composição química: eugenol, acetato de eugenol, beta-cariofileno, ácido oleânico, triterpeno, benzaldeído, ceras vegetais, cetona, chavicol, resinas, taninos, ácido gálico, esteróis, esteróis glicosídicos, kaempferol e quercetina.

Na saúde e cosmética: utilizado em xampus e loções capilares que limpam e auxiliam o crescimento dos fios.

Canela: Família: Lauráceas
Origem: Ceilão, Birmânia, Índia
Outros nomes populares: caneleira, caneleira-da-índia, caneleira-de-ceilão, cinamomo e pau-canela.

Composição Química: acetato de eugenol, ácido cinâmico, açúcares, aldeído benzênico, aldeído cinâmico, aldeído cumínico, benzonato de benzil, cimeno, cineol, elegeno, eugenol, felandreno, furol, goma, linalol, metilacetona, mucilagem, oxalato de cálcio, pineno, resina, sacarose, tanino e vanilina.

Cosmética: para dar brilho nos cabelos; usada em pastas dentais e óleos bronzeadores.

As matérias aqui apresentadas têm efeito educativo, qualquer duvida consulte o dermatologista


AFTAS

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Na parte superior dos lábios, na língua ou em outras áreas da boca, podem surgir pequenas úlceras dolorosas, superficiais, redondas ou ovais, muitas vezes com um fundo cinzento e a orla amarelada. Conhecidas por aftas, podem aparecer sem causas aparente, mas também poderão indicar uma condição física debilitada ou estresse. Podem ser também por prótese dentárias mal ajustadas ou escovação de dentes demasiado violenta, provocando lesões que podem depois se transformar em aftas. Uma causa mais séria é o vírus do herpes. A primeira crise pode ser grave, com dores de garganta e várias feridas de aspecto desagradável na boca, com aftas menores e em maior número.

Tratamento indicado:

DIETÉTICAè Recomenda-se legumes e frutas frescas, por vezes, o problema pode estar relacionado com a falta de vitamina B2. Neste caso recomenda-se a inclusão na dieta de germe de trigo ou levedura de cerveja.

Fitoterapiaè Bochechos com tintura de mirra (seguir a diluição do rótulo) de 2 em 2 horas , mastigar um pedaço de raiz de Alcaçuz que alivia e cura. Se sentir um nódono duro na boca e ele persistir durante mais de duas semanas consulte um Médico ou Dentista.

Poderá também ser manipulada a critério médico a mistura de Tintura de mirra e raiz de alcaçuz para aplicação tópica.